O pai de uma criança de seis anos, portadora de deficiência motora decorrente de paralisia
O pai de uma criança de seis anos, portadora de deficiência motora decorrente de paralisia cerebral, que faz uso de muletas e tem dificuldade de articular a fala e de fazer movimentos finos com os dedos das mãos, procurou uma escola comum para matricular seu filho. A diretora, pautada nas recomendaçôes do documento O acesso de Alunos com deficiência às escolas e classes comuns da rede regular, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (2004),
I. orientou o pai a procurar uma escola que tivesse atendimento especializado e espaço físico adequado para a inclusão da criança na escola; II. matriculou a criança e a colocou numa sala de aula no andar térreo, fazendo o mesmo com as outras turmas de primeiro ano, para ficarem próximas; III. matriculou a criança e a colocou numa sala no andar superior do prédio, para que tivesse oportunidade de conhecer todas as dependências da escola, e orientou o pai que viesse diariamente à escola para transportar o filho até sua sala de aula; IV. providenciou uma mesa e uma cadeira especiais para a criança posicionar-se adequadamente para as atividades de sala de aula, podendo utilizar, inicialmente, lápis com lapiseira grossa, mas leve, o que facilita a preensão do material, possibilitando que ela possa aprender a manus-crever, como os demais alunos.