Home
Notícias
Questões
Simulados OAB
Contato
LOGIN
CADASTRO
Questão: 101966 -
LÃngua Portuguesa
- Banca:
- Prova:
- Data: 01/01/2023
O homem civilizado foi quase sempre capaz de tornar-se
O homem civilizado foi quase sempre capaz de tornar-se temporariamente senhor do seu meio-ambiente. Suas principais dificuldades originaram-se em ilusôes de que seu domÃnio temporário fosse permanente.Ele se imaginou "senhor do mundo", enquanto deixava de entender plenamente as leis da natureza. O homem, civilizado ou selvagem , é um filho da natureza - não o senhor dela. Tem de ajustar suas açôes a certas leis naturais se desejar manter sua ascendência sobre o ambiente. Quando tenta ludibriar as leis da natureza, geralmente destrói o ambiente natural que o sustenta. E quando seu ambiente deteriora rapidamente, sua civilização declina.De acordo com o texto,
a
o entendimento pleno das leis da natureza faz parte da formação integral do homem.
b
a destruição do ambiente natural compromete o bom relacionamento entre os indivÃduos.
c
há fatores condicionantes da possibilidade de domÃnio do homem sobre o meio-ambìente.
d
é destituÃdo de fundamento o princÃpio do domÃnio do homem sobre a natureza.
Próxima Questão
Reiniciar Desempenho
Comentários (0)
Ainda não há comentários.
Seja o primeiro a ajudar outros candidatos!
Comente sobre esta questão
Ajude outras pessoas que estão em dúvida sobre esta questão. Seu e-mail não será publicado.
Nome
E-mail
Comentário
Enviar comentário
Questões semelhantes de LÃngua Portuguesa
Assinale a alternativa em que <u>se</u> é partÃcula apassivadora:
Assinale a alternativa em que a preposição destacada indica modo.
Assinale a alternativa que apresente um desvio no domÃnio da regência nominal:
O leão, o lobo e a raposa<br /><br />Um leão envelhecido estava doente em sua caverna. Todos os animais, exceto a raposa, tinham ido fazer uma visita ao rei. O lobo aproveitou a ocasião para denegr...
As palavras que se acentuam pela mesma regra de “prévia” e “até”, respectivamente, são:
Em: “...espiando debaixo dos paus...”, a regência nominal está correta, mas a regência nominal NÃO foi devidamente empregada em: