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Questões de Concursos e Exames
Encontre e resolva questões diretamente aqui!#109208 - LÃngua Portuguesa
Executivos desatam o nó
A gravata, sÃmbolo do mundo corporativo, começa a perder espaço nas empresas
Priscilla Portugal
Nickolas Suzuki, de 28 anos, se sentiu como um peixe fora d'água no dia em que começou a trabalhar no site Apontador, em abril de 2007. Vindo de uma tradicional editora, chegou à empresa que fornece mapas e rotas na Internet com os trajes com os quais estava acostumado a trabalhar: terno bem cortado, camisa lisa e um nó de gravata impecável. Bastou pisar na recepção para ser avaliado da cabeça aos pés. "Eu, particularmente, gosto de usar terno e gravata, mas, quando resolvo vir assim ao trabalho, o pessoal estranha", diz Suzuki. O terno pode até ser tolerado, mas a gravata não tem espaço na empresa. E isso não é uma particularidade do setor de tecnologia. Cada vez mais, a peça do vestuário que é considerada um dos maiores sÃmbolos do mundo corporativo perde espaço nas empresas. "Gostaria que todos nos libertássemos da escravidão de usar terno e gravata", conta Edson Rodriguez, vice-presidente da consultoria Thomas International do Brasil. "Mas sei que isso não é um privilégio de todas as áreas profissionais".
A respeito do tÃtulo e do subtÃtulo do texto, é correto afirmar que:
A gravata, sÃmbolo do mundo corporativo, começa a perder espaço nas empresas
Priscilla Portugal
Nickolas Suzuki, de 28 anos, se sentiu como um peixe fora d'água no dia em que começou a trabalhar no site Apontador, em abril de 2007. Vindo de uma tradicional editora, chegou à empresa que fornece mapas e rotas na Internet com os trajes com os quais estava acostumado a trabalhar: terno bem cortado, camisa lisa e um nó de gravata impecável. Bastou pisar na recepção para ser avaliado da cabeça aos pés. "Eu, particularmente, gosto de usar terno e gravata, mas, quando resolvo vir assim ao trabalho, o pessoal estranha", diz Suzuki. O terno pode até ser tolerado, mas a gravata não tem espaço na empresa. E isso não é uma particularidade do setor de tecnologia. Cada vez mais, a peça do vestuário que é considerada um dos maiores sÃmbolos do mundo corporativo perde espaço nas empresas. "Gostaria que todos nos libertássemos da escravidão de usar terno e gravata", conta Edson Rodriguez, vice-presidente da consultoria Thomas International do Brasil. "Mas sei que isso não é um privilégio de todas as áreas profissionais".
A respeito do tÃtulo e do subtÃtulo do texto, é correto afirmar que:
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#109205 - LÃngua Portuguesa
Marque o que foi reproduzido com incorreçôes de sintaxe ou com impropriedade vocabular.
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#109204 - LÃngua Portuguesa
Assinale a alternativa que apresenta palavra no masculino:
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#109203 - Direito em Geral
O contrato bilateral requer que as duas prestaçôes sejam cumpridas simultaneamente, de forma que nenhum dos contratantes poderá, antes de cumprir sua obrigação, exigir o implemento do outro, devido a:
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#109202 - LÃngua Portuguesa
Quando me perguntam
Quando me perguntam por que não aderi a essa história de “estóriaâ€, respondo (e não evasivamente) que é simplesmente porque, para mim, tudo é verdade mesmo. Acredito em tudo. Acreditar no que se lê é a única justificativa do que está escrito. Ai do autor que não der essa impressão de verdade! Que é uma história? É um fato – real ou imaginário – narrado por alguém. O contador de histórias não é um contador de lorotas. Ou, para bem frisar a diferença, o contador de histórias não é um contador de estórias. E depois, por que hei de escrever “estória†se eu nunca pronunciei a palavra desse modo? Não sou tão analfabeto assim. Parece incrÃvel que talvez a única sugestão infeliz do mestre João Ribeiro tenha pegado por isso mesmo ... Também um dia parece que Eça de Queirós se distraiu e o Conselheiro Acácio, por vingança, lhe soprou esta frase pomposa: “Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia.†Tanto bastou para que lhe erguessem um monumento, com a citada frase perpetuada em bronze! Pobre Eça ...
O mundo é assim.
... por que não aderi a essa história de “estóriaâ€...
O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o do grifado acima está na frase:
Quando me perguntam por que não aderi a essa história de “estóriaâ€, respondo (e não evasivamente) que é simplesmente porque, para mim, tudo é verdade mesmo. Acredito em tudo. Acreditar no que se lê é a única justificativa do que está escrito. Ai do autor que não der essa impressão de verdade! Que é uma história? É um fato – real ou imaginário – narrado por alguém. O contador de histórias não é um contador de lorotas. Ou, para bem frisar a diferença, o contador de histórias não é um contador de estórias. E depois, por que hei de escrever “estória†se eu nunca pronunciei a palavra desse modo? Não sou tão analfabeto assim. Parece incrÃvel que talvez a única sugestão infeliz do mestre João Ribeiro tenha pegado por isso mesmo ... Também um dia parece que Eça de Queirós se distraiu e o Conselheiro Acácio, por vingança, lhe soprou esta frase pomposa: “Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia.†Tanto bastou para que lhe erguessem um monumento, com a citada frase perpetuada em bronze! Pobre Eça ...
O mundo é assim.
... por que não aderi a essa história de “estóriaâ€...
O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o do grifado acima está na frase:
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#109201 - LÃngua Portuguesa
Em qual das palavras abaixo a letra u não é pronunciada ?
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#109200 - LÃngua Portuguesa
"Ler é gostoso demais. Por isso, é natural que as pessoas gostem. Basta dar uma chance para que isso aconteça.(...) No caso das crianças, dois fatores contribuem para o interesse pela leitura: curiosidade e exemplo. Assim, é fundamental o adulto mostrar interesse."
Assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa correta.
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#109199 - LÃngua Portuguesa
Indique a sequência que preenche corretamente as lacunas:
A exegese que se vem impondo nesta Casa, acerca do assunto, decorre da análise conjunta de três elementos que lhe dão lastro. São eles: ___ notória especialização da contratada; ___ singularidade do objeto, examinada sempre, em relação ___ existência no mercado de muitos profissionais na área, aptos ___ desenvolverem os mesmos serviços com ___ mesma qualidade; ___ inviabilidade de competição, descaracterizada em face de se ver prejudicada ___ singularidade do objeto, porquanto, uma vez que várias empresas podem realizá-lo, não existem motivos para que não haja ___ competição. Esta interpretação, que vem sendo efetuada no texto da lei, leva-nos quase que ___ ideia de exclusividade da contratada, ou seja, o objeto só será singular se apenas uma empresa for capaz de realizá-lo.
A exegese que se vem impondo nesta Casa, acerca do assunto, decorre da análise conjunta de três elementos que lhe dão lastro. São eles: ___ notória especialização da contratada; ___ singularidade do objeto, examinada sempre, em relação ___ existência no mercado de muitos profissionais na área, aptos ___ desenvolverem os mesmos serviços com ___ mesma qualidade; ___ inviabilidade de competição, descaracterizada em face de se ver prejudicada ___ singularidade do objeto, porquanto, uma vez que várias empresas podem realizá-lo, não existem motivos para que não haja ___ competição. Esta interpretação, que vem sendo efetuada no texto da lei, leva-nos quase que ___ ideia de exclusividade da contratada, ou seja, o objeto só será singular se apenas uma empresa for capaz de realizá-lo.
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#109193 - LÃngua Portuguesa
Apesar de conceitualmente vagas e contaminadas de forte antropomorfismo, as noçôes de "justiça social" e "dÃvida social" costumam gerar dois tipos de polÃticas públicas: em regimes totalitários, nua e crua expropriação de bens; em regimes socialistas democráticos, apropriação indébita mediante imposto sobre herança, imposto de renda progressivo e outras formas de alegada "redistribuição de renda". E o que é pior: tais medidas não transferem dinheiro dos mais ricos para os mais pobres, mas, sim, poder da sociedade civil para a burocracia estatal. E, se não bastasse, produzem ainda forte sonegação e evasão de divisas... Mas, neste último caso, os banqueiros das Ilhas Cayman acendem bons charutos cubanos e fazem um brinde com piña colada em agradecimento a tão sábias e oportunas medidas socialistas.
(Mário A. L. Guerreiro, "Justiça social e 'dÃvida' social", com adaptaçôes)
Aponte o perÃodo que constitui uma introdução ao trecho transcrito, respeitando-lhe a unidade temática e a direção argumentativa.
(Mário A. L. Guerreiro, "Justiça social e 'dÃvida' social", com adaptaçôes)
Aponte o perÃodo que constitui uma introdução ao trecho transcrito, respeitando-lhe a unidade temática e a direção argumentativa.
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