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Questões de Concursos e Exames
Encontre e resolva questões diretamente aqui!#109609 - Direito em Geral
Entre as medidas aplicáveis aos pais ou responsável está:
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#109604 - Direito em Geral
Assinale a letra que contenha a ordem que expresse a correlação correta:
1- ato vinculado;
2- ato discricionário.
( ) aposentadoria compulsória por implemento de idade.
( ) gradação de penalidade em processo administrativo.
( ) revogação de processo licitatório.
( ) exoneração de servidor em estágio probatório.
( ) concessão de alvará para atividade comercial.
1- ato vinculado;
2- ato discricionário.
( ) aposentadoria compulsória por implemento de idade.
( ) gradação de penalidade em processo administrativo.
( ) revogação de processo licitatório.
( ) exoneração de servidor em estágio probatório.
( ) concessão de alvará para atividade comercial.
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#109603 - LÃngua Portuguesa
Quanto ao uso da crase, marque a alternativa incorreta.
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#109601 - LÃngua Portuguesa
DE ONDE VÊM AS PALAVRAS
DeonÃsio da Silva
Os vocábulos latinos petra, pedra, e oleum, óleo, foram juntados para formar petróleo, originalmente óleo de pedra. O sufixo eiro indica ofÃcio, profissão. E os empregados das refinarias passaram a ser chamados assim: petroleiros. A corporação ampliou consideravelmente as profissôes que abrigava, a ponto de hoje ser difÃcil conceber o presidente de uma empresa como a Esso ou a Petrobrás e seus empregados como petroleiros.
Assim como petróleo foi formado:
DeonÃsio da Silva
Os vocábulos latinos petra, pedra, e oleum, óleo, foram juntados para formar petróleo, originalmente óleo de pedra. O sufixo eiro indica ofÃcio, profissão. E os empregados das refinarias passaram a ser chamados assim: petroleiros. A corporação ampliou consideravelmente as profissôes que abrigava, a ponto de hoje ser difÃcil conceber o presidente de uma empresa como a Esso ou a Petrobrás e seus empregados como petroleiros.
Assim como petróleo foi formado:
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#109595 - LÃngua Portuguesa
Em todas as alternativas a regência dos verbos está adequada ao padrão culto, exceto em:
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#109593 - LÃngua Portuguesa
Prever o futuro é tão arriscado que, podendo sempre errar, é preferÃvel errar pelo otimismo. E há boas razôes para ser otimista quanto à democracia. Nos últimos 20 anos, dobrou ou triplicou o número de pessoas que não vivem em ditadura. Talvez seja demais chamar Ucrânia ou El Salvador hoje de Estados democráticos, mas certamente há bem mais liberdade nesses paÃses ou no Brasil, após a queda do comunismo e das ditaduras apoiadas pelo primeiro mundo, do que havia em 1980. A conjuntura mundial torna difÃcil o cenário usual, que era a rigorosa repressão ante o avanço de reivindicaçôes populares.
Em relação ao texto, assinale a opção correta.
Em relação ao texto, assinale a opção correta.
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#109589 - LÃngua Portuguesa
Casa fria, de apartamento. Paredes muito brancas, de uma aspereza em que não dá gosto passar a mão. Aà moram quatro pessoas, com a criada, sendo que uma das pessoas passa o dia fora, é menina de colégio.
Plantas, só as que podem caber num interior tão longe da terra (estamos em um décimo andar), e apenas corrigem a aridez das janelas. Lá embaixo, a fita interminável de asfalto, onde deslizam automóveis e bicicletas. E ao longo da fita, uma coisa enorme e estranha, a que se convencionou dar o apelido de mar, naturalmente à falta de expressão sintética para tudo o que há nele de salgado, de revoltoso, de boi triste, de cadáveres, de reflexos e de palpitação submarina.
Do décimo andar à rua, seria a vertigem, se chegássemos muito à janela, se nos debruçássemos. Mas adquire-se o costume de olhar só para a frente ou mais para cima ainda. Então aparecem montanhas, uma estátua de pedra que é à s vezes cortada pelo nevoeiro, casas absurdas dançando - ou imóveis, após a dança - sobre precipÃcios. Há também um coqueiro irreal, sem nenhum coco, despojado e batido de vento (que se diria um vento bêbedo), no alto do morro, quase ao nÃvel da casa.
(ANDRADE, C. Drummond de. Confissôes de Minas. In Poesia e Prosa. 5 ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1979, p. 959.)
O enunciador do texto apresenta, por sua ótica particular, várias caracterÃsticas do mar, visto da janela do apartamento. Por essa ótica, só NÃO se pode dizer do mar que:
Plantas, só as que podem caber num interior tão longe da terra (estamos em um décimo andar), e apenas corrigem a aridez das janelas. Lá embaixo, a fita interminável de asfalto, onde deslizam automóveis e bicicletas. E ao longo da fita, uma coisa enorme e estranha, a que se convencionou dar o apelido de mar, naturalmente à falta de expressão sintética para tudo o que há nele de salgado, de revoltoso, de boi triste, de cadáveres, de reflexos e de palpitação submarina.
Do décimo andar à rua, seria a vertigem, se chegássemos muito à janela, se nos debruçássemos. Mas adquire-se o costume de olhar só para a frente ou mais para cima ainda. Então aparecem montanhas, uma estátua de pedra que é à s vezes cortada pelo nevoeiro, casas absurdas dançando - ou imóveis, após a dança - sobre precipÃcios. Há também um coqueiro irreal, sem nenhum coco, despojado e batido de vento (que se diria um vento bêbedo), no alto do morro, quase ao nÃvel da casa.
(ANDRADE, C. Drummond de. Confissôes de Minas. In Poesia e Prosa. 5 ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1979, p. 959.)
O enunciador do texto apresenta, por sua ótica particular, várias caracterÃsticas do mar, visto da janela do apartamento. Por essa ótica, só NÃO se pode dizer do mar que:
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