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Questões de Concursos e Exames
Encontre e resolva questões diretamente aqui!#82005 - Matemática Elementar
Os números: 3, a e b estão em PA, e os números: 3, a + 1 e b + 5 estão em PG. O valor de b - a é:
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#82001 - Direito Processual Penal
A prisão temporária tem lugar na pratica dos seguintes crimes:
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#82000 - Direito Processual Penal
A falta de menção do fato criminoso na procuração outorgada pelo querelante ao seu advogado
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#81998 - Matemática Elementar
Uma cidade que tem 10000 habitantes possui dois clubes de futebol: A e B. Numa pesquisa feita com todos os habitantes, constatou-se que 1200 pessoas não apreciam nenhum dos clubes, 1300 pessoas apreciam os dois clubes e 4500 pessoas apreciam o clube A. Pergunta-se: Quantas pessoas apreciam o clube B?
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#81997 - Matemática Elementar
Em um canteiro de 30 metros serão plantadas roseiras de 3 em 3 metros. Quantas roseiras serão plantadas desde o início até o fim do canteiro?
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#81996 - Matemática Elementar
No bolo das festas de aniversário de Luciana, sua mãe sempre coloca o número de velas igual à idade que está sendo comemorada, e Luciana sempre guardou essas velas, como lembrança. Hoje, Luciana tem 55 velas guardadas. Quantos anos Luciana tem atualmente?
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#81995 - Matemática Elementar
Para se preparar várias cópias de uma apostila de 400 páginas pode-se copiá-las na gráfica A ao custo de R$ 0,08 por página e depois encaderná-la em capa dura por R$ 5,00 ou então preparar uma matriz para a apostila numa gráfica B por R$ 153,00 e depois copiar cada página por R$0,05, pagando-se R$ 2,00 pela capa. O menor número de cópias a partir do qual valerá mais a pena utilizar a gráfica B é:
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#81994 - Direito Processual Penal
Terminada a primeira fase do procedimento de crime da competência do júri, o juiz
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#81992 - Direito Processual Penal
CONVERSAS TELEFÔNICAS INTERCEPTADAS COM AUTORIZAÇÃO JUDICIAL FORAM ILEGALMENTE REVELADAS À IMPRENSA POR AUTOR NÃO IDENTIFICADO. NESSAS CONVERSAS UM DOS INTERLOCUTORES IMPUTA A TERCEIROS A PRÁTICA DE UM CRIME. ESTE TERCEIRO, TOMANDO CONHECIMENTO TEOR DAS CONVERSAS, SENTINDO-SE OFENDIDO:
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#81990 - Direito Processual Penal
Analise as seguintes afirmaçôes:
I - Não incide em nulidade o acórdão quando acolhe, como razão de decidir, o Parecer do Ministério Público que na Segunda Instância, funciona como "custos legis".
II - A jurisprudência do STF é no sentido de que a falta de notificação da defesa para requerimento de diligências na fase do art. 499, CPP, é causa de nulidade relativa que só deve ser decretada se for comprovada a existência de prejuízo e desde que alegada oportunamente.
III - Nos Estados onde a Assistência Judiciária seja organizada e por eles mantida, exige-se em ambas as instâncias a intimação pessoal do Defensor Público de todos os atos do processo.
IV - Depois de oferecida a contrariedade, não pode a Defesa pretender a produção de novas provas, nem ampliar o objeto das que eventualmente foram requeridas na referida peça.
V - Para a prolação de decisão de pronúncia não se faz mister a devolução de precatória expedida ao fito de inquirir testemunha que mora fora da jurisdição.
VI - Se o Promotor de Justiça manifestou-se na fase das alegaçôes em prol da exclusão de qualificantes, o que foi acolhido na decisão de pronúncia, um outro representante do Ministério Público que o substitui no processo pode interpor recurso propugnando para que se preserve a acusação inicial.
Da análise conclui-se que:
I - Não incide em nulidade o acórdão quando acolhe, como razão de decidir, o Parecer do Ministério Público que na Segunda Instância, funciona como "custos legis".
II - A jurisprudência do STF é no sentido de que a falta de notificação da defesa para requerimento de diligências na fase do art. 499, CPP, é causa de nulidade relativa que só deve ser decretada se for comprovada a existência de prejuízo e desde que alegada oportunamente.
III - Nos Estados onde a Assistência Judiciária seja organizada e por eles mantida, exige-se em ambas as instâncias a intimação pessoal do Defensor Público de todos os atos do processo.
IV - Depois de oferecida a contrariedade, não pode a Defesa pretender a produção de novas provas, nem ampliar o objeto das que eventualmente foram requeridas na referida peça.
V - Para a prolação de decisão de pronúncia não se faz mister a devolução de precatória expedida ao fito de inquirir testemunha que mora fora da jurisdição.
VI - Se o Promotor de Justiça manifestou-se na fase das alegaçôes em prol da exclusão de qualificantes, o que foi acolhido na decisão de pronúncia, um outro representante do Ministério Público que o substitui no processo pode interpor recurso propugnando para que se preserve a acusação inicial.
Da análise conclui-se que:
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