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Questões de Concursos e Exames
Encontre e resolva questões diretamente aqui!#88600 - Língua Portuguesa
Observe atentamente o emprego da vírgula nos enunciados abaixo.
I. Argumentavam, que as explicaçôes eram necessárias.
II. Saindo de casa, procurou novamente seus verdadeiros amigos.
III. As mulheres do bairro, nunca se manifestaram daquela forma.
O emprego está correto em:
I. Argumentavam, que as explicaçôes eram necessárias.
II. Saindo de casa, procurou novamente seus verdadeiros amigos.
III. As mulheres do bairro, nunca se manifestaram daquela forma.
O emprego está correto em:
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#88599 - Língua Portuguesa
Ocorre a elipse de um termo oracional no seguinte período:
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#88598 - Língua Portuguesa
Considerando as regras de concordância nominal, assinale a frase cuja palavra destacada em negrito está correta.
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#88597 - Língua Portuguesa
O leão, o lobo e a raposa
Um leão envelhecido estava doente em sua caverna. Todos os animais, exceto a raposa, tinham ido fazer uma visita ao rei. O lobo aproveitou a ocasião para denegrir a ausente:
– A raposa não tem nenhum respeito por nosso grande chefe, foi por isso que não veio visitá-lo.
Ele ainda estava terminando essas palavras quando apareceu a raposa. Quando a viu, o leão soltou um rugido. Mas a raposa pediu que a deixassem se defender e disse:
– Entre os animais aqui reunidos, quem lhe prestou mais serviço que eu? Fui à casa de todos os médicos das redondezas atrás de um remédio capaz de curá-lo e o encontrei.
O leão quis logo saber qual era esse remédio. A raposa respondeu:
– O senhor tem de tirar a pele de um lobo vivo e vesti-la ainda quente.
O lobo foi logo morto e estendido no chão. A raposa disse, rindo: “Não se deve atiçar a ira do chefe, mas sua benevolência”.
Quem quer fazer o outro de vítima termina se transformando nela própria.
Esopo, Fábulas, editora L&PM
“– A raposa não tem nenhum respeito por nosso grande chefe, foi por isso que não veio visitá-lo.” A palavra grifada nessa oração refere-se:
Um leão envelhecido estava doente em sua caverna. Todos os animais, exceto a raposa, tinham ido fazer uma visita ao rei. O lobo aproveitou a ocasião para denegrir a ausente:
– A raposa não tem nenhum respeito por nosso grande chefe, foi por isso que não veio visitá-lo.
Ele ainda estava terminando essas palavras quando apareceu a raposa. Quando a viu, o leão soltou um rugido. Mas a raposa pediu que a deixassem se defender e disse:
– Entre os animais aqui reunidos, quem lhe prestou mais serviço que eu? Fui à casa de todos os médicos das redondezas atrás de um remédio capaz de curá-lo e o encontrei.
O leão quis logo saber qual era esse remédio. A raposa respondeu:
– O senhor tem de tirar a pele de um lobo vivo e vesti-la ainda quente.
O lobo foi logo morto e estendido no chão. A raposa disse, rindo: “Não se deve atiçar a ira do chefe, mas sua benevolência”.
Quem quer fazer o outro de vítima termina se transformando nela própria.
Esopo, Fábulas, editora L&PM
“– A raposa não tem nenhum respeito por nosso grande chefe, foi por isso que não veio visitá-lo.” A palavra grifada nessa oração refere-se:
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#88596 - Língua Portuguesa
A regência verbal NÃO foi devidamente empregada em:
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#88595 - Língua Portuguesa
Assinale, a letra que corresponde à melhor redação, considerando correção, clareza e concisão.
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#88594 - Língua Portuguesa
A propósito dos recursos linguísticos que estruturam o texto a seguir, assinale a opção incorreta.
Não é sensato pensar que a história e as fórmulas possam ser repetidas. Mas não é nenhum anacronismo retomar velhos objetivos frustrados e reprimidos ao longo da história para reencontrar seus novos caminhos. Quem sabe não chegou finalmente para o Brasil a hora de um projeto de desenvolvimento nacional e de uma sociedade mais democrática e inclusiva, dirigida e protegida por um Estado que se aproxime progressivamente do welfare state dos europeus? Exigirá dos novos governantes uma manobra fina e atilada dentro do novo contexto internacional inaugurado pela administração Bush, mas não é impossível. Seja lá como for, uma coisa é totalmente certa: chegou a hora de dizer adeus aos ''moedeiros falsos''.
Não é sensato pensar que a história e as fórmulas possam ser repetidas. Mas não é nenhum anacronismo retomar velhos objetivos frustrados e reprimidos ao longo da história para reencontrar seus novos caminhos. Quem sabe não chegou finalmente para o Brasil a hora de um projeto de desenvolvimento nacional e de uma sociedade mais democrática e inclusiva, dirigida e protegida por um Estado que se aproxime progressivamente do welfare state dos europeus? Exigirá dos novos governantes uma manobra fina e atilada dentro do novo contexto internacional inaugurado pela administração Bush, mas não é impossível. Seja lá como for, uma coisa é totalmente certa: chegou a hora de dizer adeus aos ''moedeiros falsos''.
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#88593 - Língua Portuguesa
Metáforas podem ser empregadas na argumentação para conferir concreção a uma ideia, tal como se lê em:
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#88591 - Língua Portuguesa
O trecho cuja formulação NÃO envolve palavra de sentido figurado é:
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#88590 - Língua Portuguesa
O cativeiro
O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.
Por que fugiram?
O macaco havia virado homem.
O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma. (...)
Após conseguir abrir o cadeado, o macaco estava livre. No texto, essa nova condição do macaco, manifesta-se, por exemplo, em:
O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.
Por que fugiram?
O macaco havia virado homem.
O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma. (...)
Após conseguir abrir o cadeado, o macaco estava livre. No texto, essa nova condição do macaco, manifesta-se, por exemplo, em:
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