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Questões de Concursos e Exames
Encontre e resolva questões diretamente aqui!#94236 - Direito em Geral
A INTERVENÇÃO DIRETA DO ESTADO NO SETOR ECONÔMICO PODE OCORRER MEDIANTE:
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#94233 - Direito em Geral
Machado de Assis, em "Dom Casmurro", mostra Capitu como personagem de maior destaque. Bentinho nutria, em relação a ela, sentimentos de
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#94231 - Língua Portuguesa
Assinale a alternativa correta quanto à concordância.
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#94230 - Direito em Geral
A emancipação, por concessão do pai e da mãe, ou por apenas um na falta do outro, deverá ser outorgada através de:
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#94229 - Língua Portuguesa
Quando me perguntam
Quando me perguntam por que não aderi a essa história de “estória”, respondo (e não evasivamente) que é simplesmente porque, para mim, tudo é verdade mesmo. Acredito em tudo. Acreditar no que se lê é a única justificativa do que está escrito. Ai do autor que não der essa impressão de verdade! Que é uma história? É um fato – real ou imaginário – narrado por alguém. O contador de histórias não é um contador de lorotas. Ou, para bem frisar a diferença, o contador de histórias não é um contador de estórias. E depois, por que hei de escrever “estória” se eu nunca pronunciei a palavra desse modo? Não sou tão analfabeto assim. Parece incrível que talvez a única sugestão infeliz do mestre João Ribeiro tenha pegado por isso mesmo ... Também um dia parece que Eça de Queirós se distraiu e o Conselheiro Acácio, por vingança, lhe soprou esta frase pomposa: “Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia.” Tanto bastou para que lhe erguessem um monumento, com a citada frase perpetuada em bronze! Pobre Eça ...
O mundo é assim.
“Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia.”
A afirmativa INCORRETA que se faz em relação à frase transcrita acima é:
Quando me perguntam por que não aderi a essa história de “estória”, respondo (e não evasivamente) que é simplesmente porque, para mim, tudo é verdade mesmo. Acredito em tudo. Acreditar no que se lê é a única justificativa do que está escrito. Ai do autor que não der essa impressão de verdade! Que é uma história? É um fato – real ou imaginário – narrado por alguém. O contador de histórias não é um contador de lorotas. Ou, para bem frisar a diferença, o contador de histórias não é um contador de estórias. E depois, por que hei de escrever “estória” se eu nunca pronunciei a palavra desse modo? Não sou tão analfabeto assim. Parece incrível que talvez a única sugestão infeliz do mestre João Ribeiro tenha pegado por isso mesmo ... Também um dia parece que Eça de Queirós se distraiu e o Conselheiro Acácio, por vingança, lhe soprou esta frase pomposa: “Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia.” Tanto bastou para que lhe erguessem um monumento, com a citada frase perpetuada em bronze! Pobre Eça ...
O mundo é assim.
“Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia.”
A afirmativa INCORRETA que se faz em relação à frase transcrita acima é:
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#94228 - Direito em Geral
O órgão responsável por monitorar a implementação do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos de 1966 é
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#94227 - Língua Portuguesa
Leia o texto e marque o período que não se qualifica como uma sequência coerente deste.
Nos finais do século XIX até os anos iniciais do século XX, floresceu no Brasil, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, uma imprensa periódica editada sob a forma de jornais e revistas femininas e educacionais. As primeiras veiculavam uma imagética acerca do papel da mulher na sociedade e sua responsabilidade em educar crianças, adotando um discurso normatizador que alocava a homens e mulheres papéis sociais diferenciados e impregnados de significâncias sobre as atribuiçôes masculinas e femininas. As segundas referiam-se exclusivamente ao campo educacional, nelas imperando um discurso reivindicatório quanto a melhores vencimentos dos professores públicos, não havendo referência explícita ao trabalho feminino no magistério apesar de, nesse período, as mulheres já serem maioria no ensino primário.
Nos finais do século XIX até os anos iniciais do século XX, floresceu no Brasil, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, uma imprensa periódica editada sob a forma de jornais e revistas femininas e educacionais. As primeiras veiculavam uma imagética acerca do papel da mulher na sociedade e sua responsabilidade em educar crianças, adotando um discurso normatizador que alocava a homens e mulheres papéis sociais diferenciados e impregnados de significâncias sobre as atribuiçôes masculinas e femininas. As segundas referiam-se exclusivamente ao campo educacional, nelas imperando um discurso reivindicatório quanto a melhores vencimentos dos professores públicos, não havendo referência explícita ao trabalho feminino no magistério apesar de, nesse período, as mulheres já serem maioria no ensino primário.
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#94226 - Língua Portuguesa
Aponte a opção em que o pronome qualquer está sendo usado da mesma forma como em "E não existe qualquer música com ararajuba,".
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#94225 - Direito em Geral
O sigilo profissional deve ser observado em quais circunstâncias? Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Na relação entre o auditor e a entidade auditada.
II. Na relação entre os auditores.
III. Na relação entre os auditores e os organismos reguladores e fiscalizadores.
IV. Na relação entre o auditor e demais terceiros.
I. Na relação entre o auditor e a entidade auditada.
II. Na relação entre os auditores.
III. Na relação entre os auditores e os organismos reguladores e fiscalizadores.
IV. Na relação entre o auditor e demais terceiros.
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#94224 - Direito em Geral
Com base na Constituição da República, assinale a alternativa estritamente correta, no que se refere aos parâmetros remuneratórios a serem observados no setor público:
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