Há milênios, o sal exerce fascínio sobre o homem não só
Há milênios, o sal exerce fascínio sobre o homem não só como o tempero que aviva os sabores apagados dos alimentos que comemos. Cristalino e sem aroma, ele já foi chamado de ouro branco. Todas as antigas civilizaçôes faziam uso dele também fora das panelas. Era incluído pelos gregos em suas oferendas religiosas e os romanos, além de usá-lo como condimento e conservante em carnes, peixes, azeitonas e queijos, costumavam incluí-lo em ritos – davam, por exemplo, uma pitada de sal ao recém-nascido para fazer brotar a sabedoria. Aliás, davam tanto valor a essa mercadoria que ela fazia parte da remuneração dos soldados de César, daí a origem da palavra salário, do latim salarium.Em “o tempero que aviva os sabores apagados”, podemos substituir a palavra “aviva”, sem alterar o sentido do texto, por: