A questão refere-se ao versos seguintes, do poema Morte e severina, de João Cabral de Melo Neto.−
A questão refere-se ao versos seguintes, do poema Morte e severina, de João Cabral de Melo Neto.
− Desde que estou retirando só a morte vejo ativa, só a morte deparei e às vezes até festiva; só a morte tem encontrado quem pensava encontrar vida, e o pouco que não foi morte foi de vida severina (aquela vida que é menos vivida que defendida, e é ainda mais severina para o homem que se retira). Penso agora: mas por que parar aqui eu não podia e como o Capibaribe interromper a minha linha? Ao menos até que as águas de uma próxima invernia me levem direto ao mar ao refazer sua rotina? Nesses versos, um retirante