“Uma estrada é deserta por dois motivos: por abandono ou
“Uma estrada é deserta por dois motivos: por abandono ou por desprezo. Esta que eu ando nela agora é por abandono. [...] Sobre suas pedras agora raramente um cavalo passeia. [...] Eu estou imaginando que a estrada pensa que eu também sou como ela: uma coisa bem esquecida. Pode ser. Nem cachorro passa mais por nós.”O texto se constrói sobre uma oposição entre o presente e o passado da estrada. O segmento em que tal oposição se torna explícita é: