Quando o sujeito ativo não age com dolo contemporâneo à ação, porquanto embriagado voluntariamente
Quando o sujeito ativo não age com dolo contemporâneo à ação, porquanto embriagado voluntariamente, mas tem a previsibilidade da ocorrência do fato delituoso agindo dolosamente no início da série causal de eventos que se encerra com o resultado danoso, deve responder pelo resultado que produzir. Tal afirmação encontra respaldo na seguinte teoria: