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Questões de Concursos e Exames
Encontre e resolva questões diretamente aqui!#108348 - Direito em Geral
A transferência da execução de determinado serviço público a uma pessoa jurÃdica de direito privado, conservando o Poder Público a titularidade do serviço, é chamada de descentralização
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#108346 - LÃngua Portuguesa
Leia as oraçôes “I†e “II†e assinale a alternativa correta:
I. O esforço foi bastante recompensado.
II. O esforço bastante foi recompensado.
I. O esforço foi bastante recompensado.
II. O esforço bastante foi recompensado.
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#108339 - LÃngua Portuguesa
A rolinha e o elefante
Ao ver a rolinha carregando em seu bico água do rio até um incêndio que se alastrava na floresta, o elefante perguntou:
- Você está querendo apagar aquele fogaréu com essas gotinhas dágua?
A rolinha respondeu:
- Estou apenas fazendo a minha parte.
O emprego de travessôes no texto indica:
Ao ver a rolinha carregando em seu bico água do rio até um incêndio que se alastrava na floresta, o elefante perguntou:
- Você está querendo apagar aquele fogaréu com essas gotinhas dágua?
A rolinha respondeu:
- Estou apenas fazendo a minha parte.
O emprego de travessôes no texto indica:
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#108337 - Direito em Geral
As receitas podem ser classificadas, em relação à origem, como originárias ou derivadas. São exemplos de cada uma destas espécies, respectivamente:
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#108336 - LÃngua Portuguesa
O perÃodo: “mas o sol não pôe cartola na cabeça†no futuro deve ser escrito:
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#108332 - LÃngua Portuguesa
Fabiano vivia longe dos homens, só se dava bem com animais. Os seus pés duros quebravam espinhos e não sentiam a quentura da terra. Montado, confundia-se com o cavalo, guardava-se a ele. E falava uma linguagem cantada, monossilábica e gutural, que o companheiro entendia. A pé, não se aguentava bem. Pendia para um lado, para o outro lado, cambaio, torto e feio. Ãs vezes utilizava nas relaçôes com as pessoas a mesma lÃngua com que se dirigia aos brutos-exclamaçôes, onomatopeias. Na verdade falava pouco. Admirava as palavras compridas e difÃceis da gente da cidade, tentava reproduzir algumas, em vão, mas sabia que elas eram inúteis e talvez perigosas.
(Graciliano Ramos – Vidas Secas)
O texto, no seu conjunto, enfatiza:
(Graciliano Ramos – Vidas Secas)
O texto, no seu conjunto, enfatiza:
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#108329 - Direito em Geral
Quando a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou no domicÃlio, em que prazo o consumidor poderá desistir do contrato?
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#108326 - LÃngua Portuguesa
Marque a alternativa em que a palavra em negrito é utilizada incorretamente.
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#108325 - LÃngua Portuguesa
Quando me perguntam
Quando me perguntam por que não aderi a essa história de “estóriaâ€, respondo (e não evasivamente) que é simplesmente porque, para mim, tudo é verdade mesmo. Acredito em tudo. Acreditar no que se lê é a única justificativa do que está escrito. Ai do autor que não der essa impressão de verdade! Que é uma história? É um fato – real ou imaginário – narrado por alguém. O contador de histórias não é um contador de lorotas. Ou, para bem frisar a diferença, o contador de histórias não é um contador de estórias. E depois, por que hei de escrever “estória†se eu nunca pronunciei a palavra desse modo? Não sou tão analfabeto assim. Parece incrÃvel que talvez a única sugestão infeliz do mestre João Ribeiro tenha pegado por isso mesmo ... Também um dia parece que Eça de Queirós se distraiu e o Conselheiro Acácio, por vingança, lhe soprou esta frase pomposa: “Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia.†Tanto bastou para que lhe erguessem um monumento, com a citada frase perpetuada em bronze! Pobre Eça ...
O mundo é assim.
Considere as afirmativas abaixo, em relação ao texto:
I. O texto se estrutura como um depoimento do autor, com predomÃnio do ponto de vista em 1ª pessoa.
II. Exprime-se a ideia central do texto na frase: O contador de histórias não é um contador de lorotas.
III. Autores de prestÃgio como João Ribeiro e Eça de Queirós devem ter respeitadas suas opiniôes, a serem acatadas incondicionalmente.
IV. Mantém-se a coerência no desenvolvimento do texto com a repetição introduzida por para bem frisar a diferença.
Está correto o que se afirma em:
Quando me perguntam por que não aderi a essa história de “estóriaâ€, respondo (e não evasivamente) que é simplesmente porque, para mim, tudo é verdade mesmo. Acredito em tudo. Acreditar no que se lê é a única justificativa do que está escrito. Ai do autor que não der essa impressão de verdade! Que é uma história? É um fato – real ou imaginário – narrado por alguém. O contador de histórias não é um contador de lorotas. Ou, para bem frisar a diferença, o contador de histórias não é um contador de estórias. E depois, por que hei de escrever “estória†se eu nunca pronunciei a palavra desse modo? Não sou tão analfabeto assim. Parece incrÃvel que talvez a única sugestão infeliz do mestre João Ribeiro tenha pegado por isso mesmo ... Também um dia parece que Eça de Queirós se distraiu e o Conselheiro Acácio, por vingança, lhe soprou esta frase pomposa: “Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia.†Tanto bastou para que lhe erguessem um monumento, com a citada frase perpetuada em bronze! Pobre Eça ...
O mundo é assim.
Considere as afirmativas abaixo, em relação ao texto:
I. O texto se estrutura como um depoimento do autor, com predomÃnio do ponto de vista em 1ª pessoa.
II. Exprime-se a ideia central do texto na frase: O contador de histórias não é um contador de lorotas.
III. Autores de prestÃgio como João Ribeiro e Eça de Queirós devem ter respeitadas suas opiniôes, a serem acatadas incondicionalmente.
IV. Mantém-se a coerência no desenvolvimento do texto com a repetição introduzida por para bem frisar a diferença.
Está correto o que se afirma em:
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