Poetas niversitário,Poetas de Cademia,De rico vocabularoCheio de mitologia;Se a gente canta o que pensa,Eu quero pedir licença,Pois mesmo sem português,Neste livrinho apresentoO prazê e o sofrimentoDe um poeta camponês.(...)Sou um caboco rocêro,Sem letra e sem istrução;O meu verso tem o chêroDa poêra do sertão;Vivo nesta solidadeBem destante da cidadeOnde a ciença guvernaTudo meu é naturá,Não sou capaz de gostáDa poesia moderna.(...)“...Bem destante da cidade onde a ciença guverna”. A ideia desta frase resume-se na seguinte opção: