Lua cheiaBoião de leiteque a noite levacom as mãos de treva,pra não sei quem beber.E que, embora
Lua cheia
Boião de leite que a noite leva com as mãos de treva, pra não sei quem beber. E que, embora levado, Muito devagarinho vai derramando pingos brancos pelos caminhos.
A força poética do texto se constrói a partir de novos sentidos atribuídos a significados habituais. E, no cenário criado pelo poema, a expressão: