"Quando, Lídia, vier, o nosso outonoCom o inverno que há nele, reservemosUm pensamento, não para a
"Quando, Lídia, vier, o nosso outono Com o inverno que há nele, reservemos Um pensamento, não para a futura Primavera, que é de outrem, Nem para o estio, de quem somos mortos, Senão para o que fica do que passa O amarelo atual que as folhas vivem E as torna diferentes." Sobre o poema, pode-se afirmar: