(...) não só aldeias vizinhas, mas também as mais distantes trocavam seus produtos. De mão em mão
(...) não só aldeias vizinhas, mas também as mais distantes trocavam seus produtos. De mão em mão, esses produtos podiam percorrer grandes distâncias, cujo exemplo extremo é o caso das contas indianas e cacos de porcelana chinesa encontrados em escavaçôes na região de Zimbabués. Se nem todos os povos africanos estavam envolvidos com comércio à longa distância, como o que estava presente no Sael, nas cidades da costa oriental e na costa atlântica a partir do século XV, quase todos mantinham algum tipo de troca com seus vizinhos mais ou menos próximos. Rotas fluviais e terrestres existiam nas bacias dos rios mais importantes e nas regiôes entre eles. Marina de Mello e Souza. África e Brasil Africano. São Paulo: Ática, 2006, p. 43) A partir do texto é possível afirmar que a vitalidade do comércio dentro do continente africano, de curta, média e longa distância,